196. Alguma epígrafe. O amor. (VI)
- A arte da síntese.
- Sim, e o próprio ato de aprender.” Umberto Eco e Jean-Claude Carrière.
190.
187.
186.
185. Isto não é uma carta (IV)
183. Tiradas (IV)
181. O animal literário (III)
180. Bordões (XXIV)
176. Estudando a crônica
165. Isto não é uma carta (III)
154. Estudando a crônica
152. Alguma epígrafe. O amor. (IV)
150. (em tempo real)
149.
148. Bordões (XVIII)
147. Bordões (XVII)
146. Bordões (XVI)
139. Estudando a crônica
131. Isto não é uma carta (II)
124. Alguma epígrafe. O amor. (III)
123. Bordões (IX)
121.
Outra disciplina sempre recende um pouco a perfumaria. Os que intervêm como não-especialistas reclamam suavemente o papel dos antigos legisladores, exóticos. Valéry: “As convicções são ingênuas e secretamente assassinas” (Discurso sobre a história). Arendt: “(o leigo tem) a oportunidade, proporcionada pelo fato da crise – que dilacera fachadas e oblitera preconceitos – de explorar e investigar a essência da questão em tudo aquilo que foi posto a nu (...)” (Crise da educação). O especialista espera o bárbaro como à lei perdida, quando a atmosfera o saturou. Como quem perdeu o faro do alimento por gosto de salivar e deseja um depurativo, uma inspiração.
120. Bordões (VIII)
“Não cito nomes para evitar constrangimentos inúteis”. Deve escrever como o remetente da mensagem kafkiana.
111. (em tempo real)
110.
― Você homem que o diz.
― O homem não crê no autor.
― Autor invenção de homem?
― Autora invenção.
109.
107. Alguma epígrafe. O amor. (II)
“O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria.” Mário Quintana.
105. Tiradas (III)
De Harold Bloom: “Essa J é ficção minha, muitos exegetas bíblicos insistirão, mas então cada um de nós carrega consigo um Shakespeare, um Tolstoi ou um Freud que é também sua própria ficção”. Ad hoc (do tipo tudo posso).
104.
97. Bordões (VII)
“Autor bom é autor morto”. Cuja vida se quer penetrar como obra finda. Cuja língua se quer dominar como um ser de nexo.
94. Alguma epígrafe. O amor. (I)
93. Estudando a crônica
90.
88.
80. Bordões (VI)
“A obra de arte fala por si”. Um dia com isso aquietaremos as crianças, como nas fábulas do tempo em que os bichos falavam. Esse positivismo das coisas do afeto. Como se apagam nomes dos servos de um grande senhor, a quem certamente não supunham servir.
77.
76. Tiradas (II)
73. Literatura e felicidade (X)
72. Bordões (V)
“Tenho um lado espiritual independente de religião”. Como um lado pornográfico independente de sexo?
70. Tiradas (I)
68.
66.
62. Bordões (IV)
“A verdade está na eficácia”. Prove alguma hipótese que não pergunte apenas pela eficácia. Como no equívoco da estatística. O que é: teria que ser? A lógica do uso não é o único lugar provável.
55.
52. Bordões (III)
“Por instinto”. Petição de princípio. Atribuir jurisdição à natureza para advogar em causa própria.
49.
48. Bordões (II)
“Antigamente era melhor”. Não daria no que deu. Não se repetiria desde sempre, em perigo.