“- Quando nossa prótese souber tudo, absolutamente tudo, o que devemos aprender ainda? - A arte da síntese. - Sim, e o próprio ato de aprender.” Umberto Eco e Jean-Claude Carrière.
Filme: "O escafandro e a borboleta", dir. Julien Schnabel.
Filosofia: "Cultura e valor", de Ludwig Wittgenstein. O pensador dizendo para si tem mais valores que quando sua pena nos diz: "pense".
Filme: "Entre os muros da escola", de François Bégaudeau. A escuta como ela (não) é.
Ensaio: "Livro das sonoridades", de Sílvio Ferraz. Porque a experiência musical é tecida de palavras.
Ensaio: "Como as instituições pensam", de Mary Douglas. Lições de estar aí.
Romance: "Fantasma sai de cena", de Philip Roth, traduzido por Paulo Henriques Britto. Esconder-se por fora, mostrar-se por dentro... Não são poucos os tabus que nos restam, e a cada livro ele faz profissão de examinar mais um.
Filme: "Pan cinema permanente", de Carlos Nader. Da generosidade como projeto.
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